terça-feira, 5 de agosto de 2014

Como deixar suas unhas lindas!

Quem não gostaria de ter unhas bonitas e bem cuidadas? Para isso, é necessário tomar alguns cuidados. Mesmo quem frequenta manicure enfrenta probleminhas como unha ressecada ou lascada, cutícula despelando e esmalte que descasca. Veja alguns cuidados para manter as unhas bonitas e saudáveis.
As unhas tem importância como órgão funcional e estético. A unha é formada basicamente de queratina, mas há também componentes como proteínas, enxofre e cálcio. Apresenta crescimento médio de 0,1 mm/dia nas mãos, sendo mais lento nos pés. Unhas em boas condições podem ser muito atraentes e refletem a saúde das mãos.
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Cuidados com as Unhas

 
  • Mantenha a cutícula sempre hidratada. Para isso, esfolie semanalmente e hidrate diariamente.
  • A cutícula não deve ser retirada por completo. Ela forma uma barreira protetora contra a invasão de microorganismos causadores de doenças. Comece aplicando um creme específico para amolecer cutículas e, em seguida, empurre-as. Com a própria espátula, retire somente o excesso de pele. O que sobrar, retire com o alicate, mas sem eliminar toda a cutícula.
  • Para amolecer a cutícula, aplique um creme específico e coloque a mão de molho na água morna por cinco minutos. Depois, empurre com uma espátula e só se aventure com o alicate se tiver prática.
  • Na hora de lixar, o formato oval é ideal para unhas fracas, porque quebra com menos facilidade. O quadrado exige movimentos firmes e retos da lixa. Unhas redondas devem ser lixadas na diagonal. Uma vez por mês, lixe também a superfície das unhas com a parte mais fina da lixa para retirar as impurezas e as células mortas. Limpe qualquer eventual sujeirinha e Use a lixa de polimento para dar brilho nas unhas.
  • Mantenha todos os instrumentos (espátula e alicate) limpos e, se possível, desinfetados. Se você vai à manicure, verifique se ela desinfeta o material após utilizá-lo em cada cliente. Não tente reaproveitar esmaltes ressecados utilizando solventes, pois eles modificam sua composição química, comprometendo a qualidade do produto.
  • Aplique base, mesmo se for usar esmalte por cima, senão a unha pode ficar amarelada. Limpe os excessos com palito próprio de manicure.
  • Se a sua unha é fraca, use base fortalecedora e cremes específicos.
  • Para tornar sua unha mais comprida, deixe uma faixa bem fininha sem pintar nas laterais. Mas o efeito tem de ser sutil, para não ficar com ar de desleixo.
  • Para não ressecar as unhas, remova o esmalte com um produto que não contenha acetona na fórmula.
  • Evite usar acetona. Esse tipo de produto, quando usado em excesso, resseca as unhas, que se tornam frágeis e quebradiças. Use removedores de esmalte sem acetona.
  • Para o esmalte durar mais tempo, a dica é passar a ponta do dedo sobre a parte lixada da unha logo depois que ela for pintada. Isso ajuda a retirar o excesso de esmalte, o principal culpado pelas pontas das unhas descascarem rapidamente. O esmalte seca mais se você tirar limpar bem o pincel do esmalte ante de aplicá-lo. Depois disso mergulhe as mãos em um pote com água bem gelada ou use um óleo secante. Quando o esmalte começa a descascar, é hora de retirá-lo e aproveitar para caprichar na hidratação da área.

Como clarear unhas amareladas por ação de esmalte

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Se suas unhas ficam amarelas de pois de usar muito tempo o esmalte, cuidado com a marca do seu esmalte. A maioria dos produzidos no Brasil tem chumbo na composição. Procure usar os hipoalergênicos ou marcas estrangeiras que não são agressivos como: Revlon, Opi, Mavala, Sally Hansen…
A receita é bem simples e baratinha:
  • 2 colheres (sopa) de água oxigenada 10 volumes
  • Meia colher (sopa) de bicarbonato de sódio
Misture os ingrediente até formar uma pasta. Passe essa pasta nas unhas e deixe-a agir por uns 5 minutos. Depois desse tempo, lave as mãos para retirar a pasta. Bastam algumas aplicações para o amarelado das unhas desaparecer e elas ficarem bem branquinhas.

Manchas brancas e unhas quebradiças

 

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Unhas quebradiças ou com manchas brancas são um sinal de alerta. As unhas têm a capacidade de revelar se sua alimentação está deficiente ou que há contato em excesso com produtos de limpeza.
Para melhorar a saúde das unhas é preciso ter uma alimentação rica em vitamina A, Vitaminas do complexo B, ferro, zinco e cálcio.
As unhas quebradiças podem decorrer da falta de vitaminas e nutrientes na dieta. Mas para quem quer testar uma solução mais rápida existem bases e óleos fortalecedores que prometem combater o problema.
Muitas mulheres não conseguem manter as unhas sem que lasquem ou quebrem. Para deixá-las mais fortes, o segredo é aplicar produtos fortalecedores com frequência.
As bases fortalecedoras ajudam melhorar a espessura da unha e melhorando a hidratação e o brilho, como acontece nas fórmulas com ureia. O óleo de cravo, um clássico para esse tipo de problema, é rico em minerais e ácidos graxos, além de vitamina A e C. Seu uso contribui para deixar as unhas mais fortes
Os fortalecedores, podem diminuir as manchas esbranquiçadas, tirar o amarelado, e tem até os que prometem promover o crescimento.

Créditos do texto: Resenha recebida do site beleza e saúde.

 

 

 

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Mais da metade dos brasileiros admitem compra por impulso, revela pesquisa

Estive pensando em como os fatores psicológicos, nossas alegrias e frustrações, afetam nossos impulsos de compra. Então encontrei essa informação e resolvi partilhar com vocês.
O texto é de autoria de Elaine Patricia Cruz, da Agência Brasil, e foi publicado em 13/05/2014. Veja que interessante:

A maioria dos brasileiros (52% do total de entrevistados) fez alguma compra por impulso nos três últimos meses. É o que revela pesquisa feita em todo o país por meio do portal de educação financeira Meu Bolso Feliz, divulgada hoje (13) pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Foram ouvidas 694 pessoas sobre a relação dos consumidores brasileiros com o uso do crédito e as compras por impulso.


Os produtos mais comprados por impulso nos últimos três meses foram roupas (29%), calçados (19%), eletrônicos e celulares (18%) e perfumes/cosméticos (12%). Por impulso, as mulheres compraram mais roupas (33%) e calçados (19%), enquanto os homens compraram mais eletrônicos e celulares (26%) e roupas (24%). A principal justificativa dada pelos consumidores foram os descontos e as promoções.
O local onde as pessoas mais compram por impulso é o shopping center: 35% do total de entrevistados disseram que as compras supérfluas foram feitas em shoppings, seguido por 23% que informaram fazer isso por meio das lojas virtuais.
“Às vezes parece imperceptível, mas fatores psicológicos, subjetivos e emocionais exercem muita influência nas decisões financeiras. Por uma questão de status, algumas pessoas compram desmesuradamente apenas para impressionar a família, os amigos e até mesmo o vendedor da loja, para alimentar a autoestima. Sem planejamento, essas pessoas adquirem produtos supérfluos e acabam se endividando excessivamente”, disse José Vignoli, educador financeiro do portal Meu Bolso Feliz.
A pesquisa também apontou que 45% dos entrevistados não enfrentariam grandes problemas ao pagar tudo à vista. No entanto, um quarto dos consumidores admitiu que não conseguiria comprar sem parcelar. O crédito é visto como algo positivo para a maior parte dos consumidores ouvidos pela pesquisa. Para 52% dos brasileiros, o crédito é sinônimo de algo positivo porque ajuda a realizar sonhos. Para 30%, é bom porque ajuda em momentos de emergência e para 7% é algo ruim porque incentiva o descontrole.
Um em cada três consumidores ouvidos pela pesquisa demonstrou falta de planejamento com suas compras: 35% deles admitiram não ter o hábito de olhar o extrato bancário antes de fazer uma compra parcelada e 12% chegam a incorporar o limite do cheque especial e do cartão de crédito ao orçamento disponível para ser gasto no mês.

Tirando o fato de que a compra por impulso pode causar sérios problemas financeiros, o que me fez pensar foi: por quê eu compro? Por quê tem alguns dias que parece impossível não comprar nada? Que tudo parece irresistível?...
Mas existem meios de evitar, que tal testarmos? Neste site encontrei essas pequenas dicas:

Diariamente as pessoas estão expostas a promoções e lançamentos de novos produtos uma vez que o consumismo tem sido cada vez mais estimulado pelas grandes marcas e pela sociedade em geral. Cada dia fica mais difícil resistir as novidades, e as pessoas tendem a adquirir o hábito de comprar por impulso.
As compras por impulso são aquelas em que a decisão de compra é tomada na própria loja e que não estavam programadas pelo consumidor.
Para avaliar se a compra por impulso se tornou um hábito é importante considerar se existe a reflexão sobre a compra ou se a compra é feita sem nenhuma reflexão prévia, ou seja, “no calor do momento”. Muitas vezes as mulheres se sentem seduzidas por um acessório e acabam comprando, e quando chegam em casa percebem que já tinham algo parecido na gaveta. Em situações como esta é possível perceber que não houve reflexão a respeito da compra.
As consequências da compra por impulso podem ser percebidas com o  comprometimento do orçamento, desentendimentos entre o casal, ou um mal exemplo para a educação das crianças.
Para saber discernir quando uma compra é importante ou não, é preciso ser honesto consigo mesmo, e se questionar sobre a compra antes de pagar. Refletir sobre a real necessidade da compra pode ajudar, assim como pode ser interessante pensar sobre em que situações o produto prestes a ser comprado pode ser utilizado e se vale a pena o custo benefício. 

Então, vamos lá, passo a passo, cada um em seu tempo, tentar mudar nosso comportamento de compra!
 

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Bolinho de chuva

Na semana passada tirei férias, foram só 5 dias, mas valeu cada minuto. Ao ver a publicação da foto e link da receita aqui me deu água na boca. Como estava na casa da minha mãe, pedi pra ela fazer. Ficou divino!
Bolinho de chuva


Ingredientes:
  • 2 ovos
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 xícara (chá) de leite
  • 1 colher (sopa) de fermento
  • 3 xícaras de óleo para fritar
  • Canela
  • Raspas de noz moscada (adicionado por nós)
  • Farinha de trigo para dar o ponto
  •  
    Modo de preparo
    • Misture todos os ingredientes até ficar uma massa consistente, nem muito mole, nem tão dura.
    • Deixe aquecer em uma panela ou frigideira funda, com bastante óleo para que os bolinhos possam boiar.
    • Quando estiver bem quente comece a colocar colheradas da massa e abaixe o fogo para que o bolinho não fique cru por dentro.
    • Coloque os bolinhos sobre papel absorvente.
    • Passe-os no açúcar com canela conforme preferência.
    • Sirva a seguir.
    Sugestão de acompanhamento: café recém feito.

    quarta-feira, 23 de julho de 2014

    Sobre o propósito... e a dissonância cognitiva

    No dia 18/07 caí em tentação, e quase sem perceber, rompi meu propósito de um mês sem compras. Quando me dei conta do que tinha feito - compras - me senti muito frustrada, triste mesmo. Aí surge o que em marketing chamamos de dissonância cognitiva, a sensação de frustração depois de comprar algo, no meu caso por impulso. Então entraram em ação os mecanismos do nosso cérebro que nos fazem reavaliar nosso comportamento, e nos fazem inconscientemente buscar razões que reforcem que o que fizemos foi certo, no meu caso pensei o seguinte:
    - Estava realmente barato, e as roupas dessa marca são geralmente caras;
    - As peças são atemporais e vou usar muito;
    - Eu estava precisando.
    E se eu me dedicar, sei que vou arranjar muito mais desculpas para meu comportamento consumista. E é assim que somos! Quando não temos conscientemente razões para determinados atos, o nosso inconsciente nos ajuda nessa tarefa. Buscamos formas de reforçar nossos comportamentos, de justificar nossas falhas...
    Isso aconteceu comigo, e estou consciente, e me pergunto: quantas vezes fizemos isso sem perceber? Quantas vezes buscamos desculpas para nossas ações, especialmente nas relacionadas ao consumo?
    Bom, para mim o desafio recomeçou no dia 19, e vou tentar resistir às promoções e as ofertas, mesmo que a tentação seja grande.
    Força e foco!

    sexta-feira, 18 de julho de 2014

    Texto para reflexão

    Para este final de semana que se aproxima, quero dividir com vocês o texto que encontrei aqui:


    Como agir sempre: abandonando a mentalidade do "ou tudo ou nada"
    Autor: André Valongueiro 


    Tudo ou nada. Go Hard or Go Home.

    Há algo de “sedutor” nessas afirmações. Elas nos inspiram. E elas nos inspiram e “seduzem” por um motivo muito óbvio: nós sempre queremos fazer o melhor.

    Essas sentenças despertam em nós, imediatamente, a vontade de sermos bravos e corajosos. E diante do despertar súbito dessas vontades parecemos esquecer que, no “ou tudo ou nada”, ainda temos o “nada” como uma das opções.

    Conquistar o “tudo” é fantástico, mas ficar com o “nada” é algo extremamente frustrante. E quando se trata do seu crescimento pessoal, ficar com o “nada” é péssimo. Ficar com o “nada” significa não obter nenhum progresso, nenhum avanço e nenhum crescimento.



    O problema da mentalidade “ou tudo ou nada”

    Você, alguma vez, já tomou a decisão de fazer algo legal, produtivo e interessante e depois, diante de algum imprevisto, desistiu? Eu aposto que sim. Isso aconteceu comigo tempos atrás.

    Eu havia me preparado para competir em uma prova que combinava natação e corrida e, um dia antes da competição, tive um aborrecimento (não consigo lembrar com o que me deixei aborrecer, o que prova que não era algo tão importante assim, afinal) e terminei desistindo de competir.

    Para mim, o aborrecimento que eu tive fez com que eu não pudesse mais competir. E essa conclusão que tive foi completamente desprovida de sentido (foi, na verdade, estúpida), pois, com ou sem aborrecimento, eu poderia competir normalmente e me divertir praticando uma atividade que gosto.

    Pensando bem, competir até me ajudaria a superar mais rapidamente o aborrecimento. Eu iria, no mínimo, esquecer aquela chateação por algumas horas e me divertir um pouco.



    Eu queria competir, mas a mentalidade do “ou tudo ou nada” me fez escolher o “nada” ao me deparar com um imprevisto. O aborrecimento destruiu o “cenário perfeito” que eu desejava para competir e como eu não tinha mais o “tudo” (tudo perfeito, tudo em ordem, tudo OK), eu optei pelo “nada”.

    O que desejo mostrar é que a mentalidade “ou tudo ou nada” algumas vezes nos faz escolher o “nada”, o que compromete o nosso progresso, especialmente no longo prazo.

    E nós fazemos esse tipo de escolha porque subestimamos o valor de fazer apenas um pouco. Nós queremos o “tudo” e se o “tudo” não está disponível para nós, nós então optamos pelo “nada”, sem considerarmos qualquer outra opção entre um extremo e o outro.

    O grande erro desse tipo de mentalidade é pensarmos que, sendo o benefício e o valor do “tudo” grande demais, nada inferior ao “tudo” é válido. Mentira!

    Se você sair de casa para correr ou caminhar 1Km todos os dias terá corrido, ao final de um ano, o equivalente a mais de 8 maratonas. Escrever 200 palavras por dia significa ter o seu livro pronto nesse mesmo período de um ano. E essas pequenas coisas são tão fáceis de serem feitas que, em um mesmo ano, você pode escrever um livro, atingir uma ótima forma física e realizar muitas outras coisas. Pense nisso.



    O que faz da mentalidade “ou tudo ou nada” uma mentalidade pouco eficaz?

    Quando você escolhe viver e dedicar-se aos seus projetos com uma mentalidade “ou tudo ou nada” você coloca imediatamente sobre si mesmo uma grande pressão para que tudo seja executado com 100% de perfeição e aproveitamento. Afinal, “é tudo ou nada”.

    Mas, afinal, a pressão é sempre útil ou ela também pode ser um obstáculo ao progresso?

    A pressão é uma forma de stress. A psicologia parece acreditar que a pressão funciona como uma espécie de “ativador” dos comportamentos pessoais que já são bem conhecidos, bem testados e, por isso, “à prova de erros”: os nossos hábitos. E é fácil perceber esse “padrão ativador de hábitos” da pressão se fizermos uma análise da nossa própria conduta quando estamos sendo oprimidos por ela.

    Quando estamos sob forte pressão há a tendência natural de agirmos visando não cometer erros. Queremos sair daquela situação de stress o mais rápido possível e, por isso, faremos uso das nossas melhores habilidades – as habilidades mais sólidas e os comportamentos mais habituais e “à prova de erros” - e evitaremos qualquer habilidade ou comportamento mais recente e “experimental”.

    Os hábitos e os comportamentos e habilidades já bem estabelecidos são ferramentas fantásticas, mas quando o assunto é o seu desenvolvimento pessoal, a utilidade deles é limitada.

    A idéia de se desenvolver como ser humano está diretamente ligada com a mudança (você deseja mudar a si mesmo para melhor), mas se você está sempre “se desenvolvendo sob pressão” e, exatamente por isso, sempre “acessando” os velhos hábitos, é óbvio que você não está mudando coisa alguma.

    Resumindo: quando você pensa em termos de “ou tudo ou nada” a pressão que você coloca sobre si mesmo para que absolutamente nada saia do controle e tudo seja perfeito, fará com que você pense e aja da maneira mais habitual e automática possível, visando evitar erros e sair rapidamente da situação de stress em que se encontra.

    Agora eu tenho outra pergunta importante.

    As grandes realizações são realmente melhores do que as pequenas?

    Essa parece ser uma pergunta desprovida de sentido, pois é óbvio que as grandes realizações são melhores do que as pequenas.

    No entanto, quando estamos falando sobre crescimento pessoal, há algo ainda mais importante do que as grandes realizações: as realizações consistentes. A ação consistente forma os hábitos, que são a base da nossa vida. A consistência é o segredo para o sucesso!

    As pequenas realizações, feitas de maneira consistente, dia após dia, são melhores do que as grandes realizações esporádicas, alcançadas apenas de tempos em tempos.

    Naturalmente, essa constatação torna-se discutível se você for alguém capaz de realizar grandes feitos regularmente. Mas, convenhamos, poucas pessoas são capazes de fazer grandes coisas o tempo todo.

    Conclusão

    Para concluir essa reflexão, vamos aos pontos que resumem as idéias que foram apresentadas nesse artigo:

    1. Querer o “tudo” é, eventualmente, inútil

    As grandes intenções – aquelas que nos fazem querer sempre realizar grandes feitos – são absolutamente inúteis se não trazem resultados positivos e não o fazem crescer e se desenvolver.

    Você pode dizer para si mesmo “ou tudo ou nada” e querer sempre realizar grandes coisas, não se contentando nunca com fazer apenas um pouco por dia, mas se você nunca faz essas grandes coisas tornarem-se reais, o tamanho da sua intenção não importa. Ela é inútil.

    O pior desse cenário, no entanto, é o fato de que essa “intenção sem realização” irá minar, aos poucos, a sua autoconfiança. Péssimo negócio!

    2. O pouco é melhor que o “nada”

    Fazer apenas um pouco é infinitamente melhor do que não fazer nada (falando em termos matemáticos e práticos).

    3. Um pouco todos os dias é melhor do que muito em um único dia

    Fazer um pouco todos os dias terá muito mais impacto na sua vida e será muito mais transformador do que fazer algo grande em apenas um dia (ou alguns poucos dias) e então passar um longo período sem realizar mais nada significativo.

    Fazer um pouco todos os dias te dará a chance de construir um novo hábito, de dominar uma nova habilidade com muito mais qualidade e competência, e esses são os fundamentos que serão úteis para construir sucesso ao longo de toda a sua vida.

    No final das contas, o que precisa ficar claro é que as pequenas intenções (pequenas, porém consistentes e que o levem a agir diariamente) são muito superiores às grandes intenções.

    Abandone a mentalidade “ou tudo ou nada” e abrace as pequenas realizações diárias. Você irá se surpreender!

    Desejo o melhor para sua vida!