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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Resultado 1 mês sem compras - prorrogação

O mês de julho acabou, e com ele acabou o desafio 1 mês sem compras! #SQN! Vou prorrogar o prazo para o mês de agosto também.
O que aconteceu no mês de julho? Será que cumpri todas as regras? Foi muito difícil?

Vamos às respostas...
No mês de julho me mantive firme e forte no desafio, até que chegaram as férias das minhas filhas e viajamos. Na viagem eu confesso que jaquei! Comprei coisas que não estavam na minha lista de permitidos. 
O que aconteceu foi que comprei sim, mas comprei de forma diferente, isto é, eu sabia que realmente precisava dos itens que comprei e os encontrei em valores muito abaixo do praticado na minha cidade. 
Claro que isso não justifica o fato de ter quebrado minhas próprias regras, mas, diferente do primeiro mês sem compras que fiz em 2014 (onde eu quase surtei de vontade de comprar), desta vez foi tranquilo. Vi diversas coisas interessantes, mas não senti vontade de comprar.
Outro aspecto interessante desse mês sem compras foi a fatura do cartão de crédito: meio 1/4 do valor habitual, e isso me deixou muito feliz!

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Novo desafio: Um mês sem compras

Não foi de caso pensado, mas em julho de 2014 me propus o mesmo desafio (veja aqui), bem no começo do blog.
Decidi novamente passar 1 mês sem comprar.

O que eu posso comprar/consumir neste mês? Somente o essencial, o necessário mesmo:
Para isso, defini algumas regras sobre o que posso e o que não posso comprar:
Posso comprar:
- Alimentos;
-Produtos de limpeza;
-Medicamentos;
-Consultas médicas, odontológicas ou outros procedimentos necessários para a saúde;
-Combustível;
-Refeições fora de casa.
O que não posso (e não vou) comprar:
Todo o resto: roupas, sapatos, bolsas, acessórios, maquiagens, objetos de decoração, para artesanato... NADA, NADA, NADA.
Qual é o objetivo deste desafio? Repensar a minha relação com o consumo, observar o que preciso para ter uma vida tranquila e confortável, porém sem excessos.
O desafio começou dia 1º. No final do mês volto para contar como foi repetir esta experiência 3 anos depois.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Hoje completo 30 dias sem compras

Hoje finalizo os 30 dias sem compras. Parece um desafio simples de ser cumprido, mas não é. Prova disso é que escorreguei e tive que recomeçar. 
Neste final de semana, às vésperas do fim do desafio, percebi uma mudança interessante. Passeando pelo centro da cidade entramos em algumas lojas, vi coisas lindas, e me perguntei: preciso realmente disso? Vou usar essa peça? Não vai ser apenas mais uma no guarda-roupas? Para minha surpresa as respostas foram, na ordem das perguntas: Não preciso disso. Não vou usar. E vai ficar entulhado no guarda-roupas.
Isso me surpreendeu, pois tive uma resposta quase que involuntária, uma voz falando dentro de mim, e falando a verdade. Acredito que foi a voz da razão. Essa voz somente foi ouvida porque me permiti questionar comportamentos de compra, analisar criteriosamente quanto sou influenciada por campanhas promocionais que apelam para nossas emoções e fragilidades, nos levando diretamente ao consumo desenfreado e inconsequente.
Fiquei muito feliz com essa experiência, foi realmente gratificante! A sensação é fantástica!
 Aqui
 
Isso não significa que não vou comprar mais nada, nunca. Longe disso! Tendo plena consciência do que realmente precisamos (e olha que é bem pouco) e de que existem sim produtos que vieram para facilitar a nossa vida, descomplicar nosso dia a dia, e que podemos tornar nosso consumo mais proveitoso.
Enquanto as compras não acontecem, vou seguir anotando o que penso ser necessário ou importante em minha lista de desejos (no meu caderninho), e se depois de alguns meses eu ler essa lista e o item permanecer, poderá ser um indicativo de que a compra pode ser uma boa decisão.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

E os 30 dias sem compras?

Quem leu os posts anteriores viu que eu "enfiei o pé na jaca" no dia 18/08, e retornei ao meu desafio no dia 19. Hoje é dia 11, estou quase no final e bem feliz com o andamento das coisas. Não comprei nada nesses dias que não estivesse previsto nos itens que posso comprar. Basicamente foram alimentos, materiais de limpeza e remédios (sim, até isso tive que comprar nesse mês! O clima aqui está estranho, muito quente durante o dia e frio à noite, e essas mudanças de temperatura fazem as alergias efervescerem!).
O que tenho observado, e aproveitado na medida do possível, são as promoções de itens de alimentação, higiene e limpeza, em alguns casos vale a pena comprar mais de uma unidade e formar um pequeno estoque, obviamente que isso se aplica a itens muito específicos e não ao universo de possibilidades que as compras em um supermercado representam.
Vamos lá! Seguindo rumo ao mês sem compras!
Aqui



quinta-feira, 31 de julho de 2014

Mais da metade dos brasileiros admitem compra por impulso, revela pesquisa

Estive pensando em como os fatores psicológicos, nossas alegrias e frustrações, afetam nossos impulsos de compra. Então encontrei essa informação e resolvi partilhar com vocês.
O texto é de autoria de Elaine Patricia Cruz, da Agência Brasil, e foi publicado em 13/05/2014. Veja que interessante:

A maioria dos brasileiros (52% do total de entrevistados) fez alguma compra por impulso nos três últimos meses. É o que revela pesquisa feita em todo o país por meio do portal de educação financeira Meu Bolso Feliz, divulgada hoje (13) pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Foram ouvidas 694 pessoas sobre a relação dos consumidores brasileiros com o uso do crédito e as compras por impulso.


Os produtos mais comprados por impulso nos últimos três meses foram roupas (29%), calçados (19%), eletrônicos e celulares (18%) e perfumes/cosméticos (12%). Por impulso, as mulheres compraram mais roupas (33%) e calçados (19%), enquanto os homens compraram mais eletrônicos e celulares (26%) e roupas (24%). A principal justificativa dada pelos consumidores foram os descontos e as promoções.
O local onde as pessoas mais compram por impulso é o shopping center: 35% do total de entrevistados disseram que as compras supérfluas foram feitas em shoppings, seguido por 23% que informaram fazer isso por meio das lojas virtuais.
“Às vezes parece imperceptível, mas fatores psicológicos, subjetivos e emocionais exercem muita influência nas decisões financeiras. Por uma questão de status, algumas pessoas compram desmesuradamente apenas para impressionar a família, os amigos e até mesmo o vendedor da loja, para alimentar a autoestima. Sem planejamento, essas pessoas adquirem produtos supérfluos e acabam se endividando excessivamente”, disse José Vignoli, educador financeiro do portal Meu Bolso Feliz.
A pesquisa também apontou que 45% dos entrevistados não enfrentariam grandes problemas ao pagar tudo à vista. No entanto, um quarto dos consumidores admitiu que não conseguiria comprar sem parcelar. O crédito é visto como algo positivo para a maior parte dos consumidores ouvidos pela pesquisa. Para 52% dos brasileiros, o crédito é sinônimo de algo positivo porque ajuda a realizar sonhos. Para 30%, é bom porque ajuda em momentos de emergência e para 7% é algo ruim porque incentiva o descontrole.
Um em cada três consumidores ouvidos pela pesquisa demonstrou falta de planejamento com suas compras: 35% deles admitiram não ter o hábito de olhar o extrato bancário antes de fazer uma compra parcelada e 12% chegam a incorporar o limite do cheque especial e do cartão de crédito ao orçamento disponível para ser gasto no mês.

Tirando o fato de que a compra por impulso pode causar sérios problemas financeiros, o que me fez pensar foi: por quê eu compro? Por quê tem alguns dias que parece impossível não comprar nada? Que tudo parece irresistível?...
Mas existem meios de evitar, que tal testarmos? Neste site encontrei essas pequenas dicas:

Diariamente as pessoas estão expostas a promoções e lançamentos de novos produtos uma vez que o consumismo tem sido cada vez mais estimulado pelas grandes marcas e pela sociedade em geral. Cada dia fica mais difícil resistir as novidades, e as pessoas tendem a adquirir o hábito de comprar por impulso.
As compras por impulso são aquelas em que a decisão de compra é tomada na própria loja e que não estavam programadas pelo consumidor.
Para avaliar se a compra por impulso se tornou um hábito é importante considerar se existe a reflexão sobre a compra ou se a compra é feita sem nenhuma reflexão prévia, ou seja, “no calor do momento”. Muitas vezes as mulheres se sentem seduzidas por um acessório e acabam comprando, e quando chegam em casa percebem que já tinham algo parecido na gaveta. Em situações como esta é possível perceber que não houve reflexão a respeito da compra.
As consequências da compra por impulso podem ser percebidas com o  comprometimento do orçamento, desentendimentos entre o casal, ou um mal exemplo para a educação das crianças.
Para saber discernir quando uma compra é importante ou não, é preciso ser honesto consigo mesmo, e se questionar sobre a compra antes de pagar. Refletir sobre a real necessidade da compra pode ajudar, assim como pode ser interessante pensar sobre em que situações o produto prestes a ser comprado pode ser utilizado e se vale a pena o custo benefício. 

Então, vamos lá, passo a passo, cada um em seu tempo, tentar mudar nosso comportamento de compra!
 

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Sobre o propósito... e a dissonância cognitiva

No dia 18/07 caí em tentação, e quase sem perceber, rompi meu propósito de um mês sem compras. Quando me dei conta do que tinha feito - compras - me senti muito frustrada, triste mesmo. Aí surge o que em marketing chamamos de dissonância cognitiva, a sensação de frustração depois de comprar algo, no meu caso por impulso. Então entraram em ação os mecanismos do nosso cérebro que nos fazem reavaliar nosso comportamento, e nos fazem inconscientemente buscar razões que reforcem que o que fizemos foi certo, no meu caso pensei o seguinte:
- Estava realmente barato, e as roupas dessa marca são geralmente caras;
- As peças são atemporais e vou usar muito;
- Eu estava precisando.
E se eu me dedicar, sei que vou arranjar muito mais desculpas para meu comportamento consumista. E é assim que somos! Quando não temos conscientemente razões para determinados atos, o nosso inconsciente nos ajuda nessa tarefa. Buscamos formas de reforçar nossos comportamentos, de justificar nossas falhas...
Isso aconteceu comigo, e estou consciente, e me pergunto: quantas vezes fizemos isso sem perceber? Quantas vezes buscamos desculpas para nossas ações, especialmente nas relacionadas ao consumo?
Bom, para mim o desafio recomeçou no dia 19, e vou tentar resistir às promoções e as ofertas, mesmo que a tentação seja grande.
Força e foco!

segunda-feira, 14 de julho de 2014

14 dias sem compras e o destralhamento

Hoje conversei com uma amiga que leu o blog, ela comentou sobre como é difícil tirarmos um tempo do nosso dia para praticar o desapego, para analisar as coisas e destralhar o que já não serve, o que não gostamos, ou o que simplesmente ocupa espaço nas nossas casas. Senti um choque! Sim, senti um choque! Nesse momento me dei conta que os compromissos resultantes do final de semestre, as provas e trabalhos para corrigir, os projetos para analisar... me levaram a PROCRASTINAR! Segundo o dicionário, procrastinar é: "Adiar para depois: procrastinar o começo do trabalho. Prorrogar para outro dia: procrastinar a ida para casa de campo. Usar de delongas: procrastinar a realização de qualquer coisa."
Então vi que me afundei na procrastinação. Apesar de assistir diversos episódios de "Acumuladores" e "Cada coisa em seu lugar" no canal discovery home and health. Não destralhei nada, até organizei algumas coisas pela casa, mas não eliminei nada. Isso me deixou triste, confusa e me questionando sobre porque agi assim. Tenho muito claro que preciso/devo destralhar um item por dia durante esse mês sem compras, mas a verdade é dura, e minha boa intenção não deu certo. Agora, se vou desistir? A resposta é não! Não vou deixar a procrastinação tomar conta dos meus dias, e vou recomeçar, agora com um déficit de 7 itens, isto é, até dia 31, terei que destralhar 31 itens da mesma forma. Mãos à obra!


quarta-feira, 9 de julho de 2014

Será que escorreguei????

Estou com dúvidas, nas regras que defini antes do início deste projeto não mencionei compras para terceiros. Vou explicar... minha filha está na primeira série do ensino básico, e seu caderno acabou, como não tenho estoque de material escolar em casa, tive que comprar um. Outra compra, meus pais pediram para que eu comprasse uma balança comercial para a empresa deles, pois na cidade onde moram não tem lojas do ramo. Então eu comprei. Não foram compras para mim, mas me envolvi no processo diretamente e agora estou com uma dúvida: será que isso conta como compra (nessa ideia de 1 mês sem compras) ou não?
Gostaria muito de receber sua opinião.

Créditos da imagem: Aqui

segunda-feira, 7 de julho de 2014

7 dias sem compras e o destralhamento



Hoje completo uma semana sem compras. Ontem fomos ao shopping, passeamos pelas lojas... me vi namorando um agasalho (que quero trocar), o preço estava muuuuuito bom, estava em promoção. Eu consegui resistir.
Esses 7 dias foram tranquilos, tenho evitado visitas ao shopping, passeio pelas lojas ou mesmo ao centro aqui da cidade, pois tem uma loja ao lado da outra. Estou bem confiante em continuar minha meta sem deslizes.
Sobre o destralhamento, fiz os seguintes:
Dia 1: uma alça de pasta para notebook, cuja pasta não existe há meses. Destino: lixo;
Dia 2: 2 sacolas de tecido de congressos. Destino: doação;
Dia 3: 6 sacolas promocionais em papel de lojas e perfumarias. Destino: lixo reciclável;
Dia 4: 2 embalagens de celofane e 2 laços de presente usados. Destino: lixo reciclável;
Dia 5: faxina no baú de brinquedos da minha filha, saíram 6 pedaços de brinquedos quebrados, parte de um quebra cabeça (outra parte não existe mais) e muitas folhas A4 rabiscadas. Destino: lixo reciclável;
Dia 6: 1 lima de afiar facas nunca usada. Destino: doação;
Dia 7, hoje: um vestido de festa junina infantil tamanho 4, que não serve para minha filha. Destino: doação para amiga menor que nos visitou.
Sabe, às vezes parece difícil "encontrar" as tralhas em nossa casa, mas estabeleci uma forma de fazer isso: seleciono um cômodo da casa, deste cômodo, seleciono um armário, desse armário seleciono uma gaveta, ou uma parte do balcão. Assim acabo achando as tralhas e dando um destino a elas.
O desafio continua, e que venha a segunda semana!

terça-feira, 1 de julho de 2014

Começa o mês sem compras

Hoje é o primeiro dia do desafio, está sendo tranquilo, não tive impulso de comprar nada (ainda).
É o início de um período de repensar comportamentos, hábitos.
Por isso, decidi juntar mais um desafio a este mês sem compras: o desafio do destralhamento diário, pelo menos um item deve ser descartado por dia, seja para doação (se for algo em bom estado) ou para jogar fora mesmo.
Ainda não selecionei o item de destralhamento de hoje, mas sei que não terei dificuldade em encontrar algo que não preciso e que esteja ocupando espaço em meus armários.
Então é isso, cada dia um objeto sai da minha casa durante esse mês. Para vocês acompanharem, vou fazer uma lista semanal com a descrição de cada item eliminado, se possível com a foto desses objetos.
Força e foco!

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Desafio do mês de julho: um mês sem compras


Hoje tomei uma decisão importante: vou repetir minha experiência de um mês sem compras. Já fiz isso em agosto/setembro do ano passado, e registrei parte da minha experiência no http://umanosemcompras.blogspot.com.br/2013/09/guest-post.html, no blog da Marina, Um ano sem compras.

A experiência foi muito positiva em minha vida e quero repetí-la. Vou às lojas e olho, olho, procuro, procuro... mas estou saindo sem nada na maioria das vezes, mesmo quando preciso de algo de verdade.

Então, decidi passar o mês de julho sem compras. Para isso, defini algumas regras sobre o que posso e o que não posso comprar:


Posso comprar:

- Alimentos;

-Produtos de limpeza;

-Medicamentos;

-Presentes para familiares e amigos em datas especiais como aniversários (tenho 2 neste mês);

-Consultas médicas, odontológicas ou outros procedimentos necessários para a saúde;

-Gastos com transporte (gasolina, óleos lubrificantes);

-Almofadas para as bancadas do fogão a lenha (já encomendadas, a serem recebidas e pagas);

-Refeições fora de casa.


Não posso comprar:

- Roupas (inclusive lingeries);

- Bolsas;

- Calçados;

- Acessórios;

- Bijouterias ou joias;

- Produtos de beleza e maquiagem (todos! Tenho um estoque em casa para muito mais de um mês;

- CDs e DVDs;

- Eletrodomésticos, eletrônicos, itens de informática;

- Peças de enxoval ou reposição de antigas;

- Utensílios para a cozinha ou para usar na casa;

- Jornais e revistas (assino a Você S.A, que continuarei recebendo);

- Livros. Tenho 4 novos da minha área (Marketing) que ainda não tirei do pacote e mais 3 da Stormie Omartian que comprei num sebo e ainda não li;

- Todo tipo de objetos supérfluos ou que não sejam indispensáveis, como diz o dialeto italiano da minha região os “potatches”.;

- As pequenas indulgências do dia-a-dia, tais como chocolates, brigadeiros, cupcakes, tortinhas e toda sorte de doces... (estou de dieta, e isso acabaria com minha força de vontade).

O desafio começa na terça-feira, dia 1º... vamos ver como será a repetição da experiência.


Maristela