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sexta-feira, 5 de julho de 2019

Um ano depois... e no frio sopa low carb, claro!

Olá!

Por mais de 1.752 razões me afastei do blog por 1 ano. Hoje, exatamente 1 ano depois da última publicação volto a atividade.
E nada como voltar com tudo, com uma receita para aquecer o frio.

Aqui no sul, na minha cidade hoje fez 3º,com sensação térmica bem menor, então, gela até os ossos, por isso, que tal uma sopinha de frango low carb? Delícia!
Vamos à receita:
Ingredientes (rende 6 porções):
-500 g de frango em pedaços
- 2 cenouras cortadas em cubos
- 1 cebola
- 2 dentes de alho
- 1 couve-flor
- água
- tempero verde a gosto
- sal a gosto
- pimenta a gosto

Modo de preparo
Numa panela refogue a cebola e o alho, junte a cenoura e a água. Quando a cenoura estiver macia adicione a couve-flor picada em pequenos pedaços, tempere com sal e pimenta. Adicione a salsinha na hora de servir.
Se quiser, pode regar com um azeite de boa qualidade.

Abraços,

Até a próxima publicação.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Smoothie de Kefir com morango

Depois de um tempo, estou de volta com essa receita deliciosa e refrescante: o smoothie de kefir com morango!
Esse vai ser meu lanche da tarde!
Neste post falo sobre os benefícios do kefir para nosso organismo.

Vamos aos ingredientes:
- 1/2 xícara de kefir de leite
- 1 xícara de leite de soja sem sabor
- 10 a 12 morangos (usei congelados para dar consistência)

Preparo: bata todos os ingredientes no liquidificador até triturar bem os morangos.
Essa receita não leva açúcar, mas se for de seu gosto, pode adicionar o adoçante de sua preferência.
Experimente! Deixe seu comentário!



sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Viatmina K2: os benefícios para sua saúde

Se há uma vitamina que você precisa saber mais a respeito, é a vitamina K2. A primeira razão é que você provavelmente não está obtendo o suficiente. A segunda é que ela não recebe a atenção que merece e até há pouco tempo atrás era realmente difícil encontrar informações confiáveis e fáceis de usar sobre ela.

A vitamina K também são conhecida como a vitamina anti-hemorrágica recebeu esse nome exatamente pela palavra dinamarquesa koagulation, ou coagulação. Esse processo que ocorre no sangue é responsável por parar o sangramento impedindo que nós tenhamos uma hemorragia. As vitaminas K são pertencentes ao grupo das vitaminas lipossolúveis, ou seja, para serem absorvidas pelo nosso corpo precisam estar vinculadas a gorduras (lipídeos). Existem três tipos de vitamina K, a fitomenadiona, ou K1, que pode ser encontrada em vegetais de cor escura, a menaquinona, ou K2, produzida por bactérias ou presente em alimentos fermentados e a menadiona sintética, ou K3, a qual não recomendada suplementação.
A atividade da flora bacteriana  é principal fonte de vitamina K2. Além disso, a substância é produzida por bactérias que colonizam o cólon saudável, encontradas também na soja fermentada, no fígado, na gema do ovo, no leite, na fermentação de queijos, no iogurte e nos óleos de peixes.
                               
                                   
Apesar das três trazerem benefícios para a nossa saúde, a que tem tido destaque nos últimos anos é a menaquinona (K2), estudos científicos tem mostrado que ela é essencial para o nosso corpo. Segundo o Estudo Rotterdam realizado em 2004, pioneiro na demonstração dos efeitos davitamina K2, a substância é capaz de estender a nossa sobrevida. Nele, os indivíduos que ingeriram altas doses de vitamina K2 apresentaram 50% menos chances de morte por doença coronariana e menor nível de calcificação das artérias, quando comparadas aos indivíduos que ingeriram pouca vitamina K2.
A quantidade produzida pelas bactérias saudáveis do nosso intestino pode não ser suficiente, principalmente com o passar dos anos, causando a deficiência dessa vitamina que pode prejudicar nossos ossos e coração, por isso muitas vezes é necessário repor essa vitamina através de suplementos. A vitamina K2 tem sido apontada como um nutriente capaz de combater diversos males, como as doenças cardíacas e a osteoporose. Esta substância ganhou a atenção dos cientistas nos últimos anos, e tem sido considerada uma grande potencializadora da vitamina D, quando ambas são usadas juntas. Diversas pesquisas têm analisado os benefícios da associação entre a vitamina K2 e a vitamina D3, que juntas fortalecem os ossos e contribuem para a saúde cardiovascular.
A menaquinona impede que o cálcio fique depositado em locais que não são apropriados, como as artérias (aterosclerose), articulações (artroses) e órgãos (cálculo renal, cálculo vesicular e catarata). Quando o nosso corpo sofre uma lesão ou agressão, a resposta se dá por meio da reação inflamatória que o cálcio depositado no tecido lesado causa. Se isto ocorre nos vasos sanguíneos, é um sinal de que a doença arterial coronariana está se manifestando de maneira imperceptível, o que significa que há placa se formando na artéria, um problema que pode desencadear um ataque cardíaco.
A Vitamina K2 tem uma ampla gama de benefícios subestimados para a saúde
A síndrome metabólica (SM) é um conjunto de anormalidades metabólicas e está associada com aumento do risco de diabetes e doenças cardiovasculares.  Um  estudo acompanhou 625 participantes por 10 anos e os pesquisadores concluíram, após este período, que uma alta ingestão de menaquinonas estão associados a uma menor ocorrência de eventos da SM.
Todos os tecidos vivos requerem nutrientes essenciais, tais como aminoácidos, ácidos graxos, minerais, vitaminas e água. O esqueleto requer nutrientes para o seu desenvolvimento e manutenção, mantendo massa óssea e densidade. Se os requisitos nutricionais esqueléticos não forem satisfeitos, as consequências podem ser bastante severas. Nos últimos anos, tem havido um interesse crescente na promoção da saúde óssea e inibição da calcificação vascular pela vitamina K2. Esta vitamina regula a remodelagem óssea, um processo importante e necessário para manter o osso adulto. A remodelagem óssea envolve a remoção de ossos antigos ou danificados por osteoclastos e sua substituição por osso novo formado por osteoblastos, sendo este processo rigorosamente regulado, para a manutenção da densidade mineral óssea (DMO) adequada. A vitamina K2 é muito importante para a produção de certas proteínas como a GLA ou osteocalcina, que representa até 2% da nossa estrutura óssea e é responsável por se ligar ao cálcio deixando nossos ossos mais fortes. A absorção do cálcio é beneficiada pela vitamina D, fator que contribui para a saúde dos ossos.
A vitamina K2 também ajuda você a produzir e permanecer sensível à insulina. Isso significa que ajuda a estabilizar o açúcar no sangue, portanto protege contra diabetes e evita os problemas metabólicos que muitas vezes surgem como consequência da obesidade. Ela promove a saúde sexual, ajudando você a otimizar seus hormônios sexuais. Por exemplo, ele aumenta os níveis de testosterona e a fertilidade nos homens, e ajuda a trazer os níveis elevados de hormônios masculinos encontrados em mulheres com síndrome dos ovários policísticos (SOP) de volta ao normal. Ela ajuda a melhorar o desempenho nos exercícios físicos, aumentando sua capacidade de utilizar energia durante períodos de atividade física. Também protege contra o câncer, suprimindo os genes que tornam as células cancerosas e expressando os genes que tornam as células saudáveis.

A vitamina K2 também ajuda você a produzir e permanecer sensível à insulina.

Essas funções são mostradas no infográfico abaixo.
   
Além das funções já descritas para a vitamina K2 anteriormente, outras estão sendo atualmente pesquisadas. Um estudo realizado por cientistas búlgaros e publicado em dezembro de 2016 no periódico científico Folia Med (Plovdiv), demonstrou que a vitamina K2 impediu o desenvolvimento de ansiedade e depressão, mas não melhorou o déficit de memória causado pela síndrome metabólica*. A síndrome metabólica é um transtorno socialmente reconhecido como um fator predisponente ao desenvolvimento de depressão, ansiedade e comprometimento cognitivo nos seres humanos. De acordo com os autores, pode ser que o efeito ansiolítico de vitamina K2 seja, pelo menos em parte, devido aos seus efeitos sobre a glicose no sangue, enquanto que o efeito antidepressivo seja independente de glicose.
*O termo Síndrome Metabólica descreve um conjunto de fatores de risco metabólico que se manifestam num indivíduo e aumentam as chances de desenvolver doenças cardíacas, derrames e diabetes. A Síndrome Metabólica tem como base à resistência à ação da insulina, daí também ser conhecida como síndrome de resistência à insulina. Isto é: a insulina age menos nos tecidos, obrigando o pâncreas a produzir mais insulina e elevando o seu nível no sangue. Alguns fatores contribuem para o aparecimento: os genéticos, excesso de peso (principalmente na região abdominal) e a ausência de atividade física.
O diagnóstico é dado quando três ou mais fatores de risco estiverem presentes numa mesma pessoa.
Veja, a seguir, quais são eles:

Fatores de Risco
  • Circunferência abdominal aumentada – Em homens cintura com mais de 102cm e nas mulheres maior que 88cm.
  • Nível baixo do HDL (“bom colesterol”) – Em homens menos que 40mg/dl e nas mulheres menos do que 50mg/dl.
  • Triglicerídeos elevado  – 150mg/dl ou superior
  • Pressão sanguínea alta – 135/85 mmHg ou superior ou se está utilizando algum medicamento para reduzir a pressão
  • Glicose elevada – 110mg/dl ou superior.

Consumo oral de vitamina K2 por 8 semanas está associado a um aumento do volume cardíaco máximo durante o exercício.
 A vitamina K2 não é encontrada em tipicamente em uma dieta ocidental porque são encontradas em uma variedade de alimentos fermentados. A vitamina K2 em particular demonstrou restaurar a função mitocondrial e tem um papel chave na produção de ATP mitocondrial. Assim, é razoável supor que a suplementação dietética com vitamina K2 poderia aumentar a função do músculo com alto conteúdo mitocondrial (por exemplo, músculos esquelético e cardíaco). 

A vitamina K2 em particular demonstrou restaurar a função mitocondrial e tem um papel chave na produção de ATP mitocondrial.

O objetivo de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade do Norte do Texas e publicado em julho de 2017 na revista Alternative Therapies in Health and Medicine foi determinar se 8 semanas de suplementação dietética com vitamina K2 poderiam alterar as respostas cardiovasculares em um teste ergométrico.  O estudo foi um ensaio controlado randomizado que foi realizado no Laboratório de Fisiologia Aplicada do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade do Norte do Texas (Denton, TX, EUA). Os participantes eram atletas treinados dos sexos masculino e feminino (N = 26).  Os participantes foram distribuídos aleatoriamente a um grupo controle que recebeu um placebo de farinha de arroz, ou a um grupo de intervenção que recebeu vitamina K2. Para as semanas 1 a 4, os participantes receberam 300 mg/d. Durante as semanas 5 a 8, eles receberam 150 mg/d. Os indivíduos atribuídos ao grupo controle receberam doses semelhantes para espelhar o grupo de intervenção. Os indivíduos consumiram os suplementos durante um período de 8 semanas, enquanto eles mantiveram seus hábitos de exercício típicos. Na linha de base e pós-intervenção, os participantes completaram um teste de exercício graduado padrão, em uma bicicleta ergométrica eletrônica. Antes do teste, os participantes foram equipados com um espirômetro, e seu consumo de oxigênio, produção de dióxido de carbono, taxa respiratória e taxa de troca respiratória foram medidas. Além disso, os participantes foram equipados com eletrodos montados na pele que mediram o débito e a frequência cardíaca. Para avaliar a alteração cumulativa do exercício, um valor de área sob a curva (AUC) foi calculado separadamente para cada variável de resultado em cada ponto do tempo de tratamento.  A suplementação de vitamina K2 foi associada a um aumento de 12% no débito cardíaco máximo, com tendência para aumento da AUC cardíaca. Nenhuma alteração significativa ocorreu no volume cardíaco. Os resultados obtidos levaram os cientistas a concluírem que embora a suplementação de vitamina K2 tenha sido previamente relatada por melhorar a função cardiovascular em pacientes doentes, o presente estudo é o primeiro a reportar seu potencial em indivíduos ativos saudáveis. Mais pesquisas são necessárias para avaliar completamente os efeitos potenciais dos efeitos observados.
Referências
Vitamina K2 e saúde óssea
The Ultimate Vitamin K2 Resource
Vitamina K2: Benefícios e Alimentos que a Contém
Vitamin K2 Improves Anxiety and Depression but not Cognition in Rats with Metabolic Syndrome: a Role of Blood Glucose?
A high menaquinone intake reduces the incidence of coronary heart disease
Dietary intake of menaquinone is associated with a reduced risk of coronary heart disease: the Rotterdam study.
In vitro vitamin K(2) and 1α,25-dihydroxyvitamin D(3) combination enhances osteoblasts anabolism of diabetic mice.
Vitamin K2 Supplementation Improves Insulin Sensitivity via Osteocalcin Metabolism: A Placebo-Controlled Trial
Association Between Vitamin K and the Metabolic Syndrome: A 10-Year Follow-Up Study in Adults.
Hepatoma-derived growth factor: A survival-related protein in prostate oncogenesis and a potential target for vitamin K2.
Does vitamin K2 play a role in the prevention and treatment of osteoporosis for postmenopausal women: a meta-analysis of randomized controlled trials. 
Vitamin K2 Ameliorates Damage of Blood Vessels by Glucocorticoid: a Potential Mechanism for Its Protective Effects in Glucocorticoid-induced Osteonecrosis of the Femoral Head in a Rat Model.
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4910597/
Distribution of vitamin K2 in subchondral bone in osteoarthritic knee joints.
http://link.springer.com/article/10.1007%2Fs00167-012-2239-4
Therapeutic effects of systemic vitamin k2 and vitamin d3 on gingival inflammation and alveolar bone in rats with experimentally induced periodontitis.
http://www.joponline.org/doi/abs/10.1902/jop.2015.140467?url_ver=Z39.88-2003&rfr_id=ori%3Arid%3 Acrossref.org&rfr_dat=cr_pub%3Dpubmed&
Oral Consumption of Vitamin K2 for 8 Weeks Associated With Increased Maximal Cardiac Output During Exercise.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Smoothie de kefir: a delícia que faz bem

Neste final de semana resolvi fazer um lanche diferente, o smoothie de kefir.


A escolha dos ingredientes se deu por duas razões:

1- É uma delícia!
2- Só faz bem.


Vou descrever abaixo os principais benefícios dos ingredientes:
Kefir de leite
- fantástica fonte de nutrientes;
- kefir é um probiótico mais poderoso que o iogurte;
- propriedades antibacterianas potentes;
- proteção da saúde óssea e redução do risco de osteoporose;
- proteção contra o câncer;
- os probióticos podem ajudar em vários problemas digestivos
- o kefir é geralmente bem tolerado por pessoas que são intolerantes à lactose;
- melhora sintomas de alergia e asma.

Leite
- fonte de cálcio;
- reduz doenças cardiovasculares e as possibilidades de AVC;
- ossos saudáveis;
- dentes saudáveis;
- melhora digestão e ingestão de vitaminas;
- reduz a acidez no corpo;
- fonte de vitaminas e minerais.

Banana
- por ser rico em potássio, reduz a pressão arterial;
- as fibras auxiliam na digestão;
- ajuda a fortalecer os ossos e melhorar a densidade óssea do corpo;
- ajuda na proteção da retina do olho;
- reduz estresse e depressão;
- é fonte de ferro;
- auxilia a combater as náuseas.

Mel
- contém minerais como cálcio, magnésio, potássio e fósforo;
- aumenta a energia;
- é um hidratante natural para a pele, com propriedades antibacterianas e antifúngicas;
- ótimo substituto do açúcar;
- fonte de antioxidantes;
- reduz inflamação na garganta;
- melhora imunidade.

Cacau em pó
- poderoso antioxidante;
- antidepressivo;
- anti-inflamatório;
- diminui o colesterol ruim;
- auxilia no controle da pressão arterial;
- melhora o sistema cognitivo;
- possui ação antienvelhecimento;
- protege as células intestinais;
- controla a ansiedade.

Uau! Com todos esses motivos, vamos aproveitar tudo de melhor que este smoothie oferece!
Assistam o vídeo, deixem seu comentário, curtam e se inscrevam no canal.




segunda-feira, 3 de abril de 2017

Enquete: criação de canal no youtube

Olá pessoal!!!

Hoje o post é um pouco diferente do habitual, não traz receita Dukan, nem reflexões, nem dicas de saúde ou diy.
O objetivo deste post é iniciar uma enquete sobre a ideia de criação de um canal no youtube do Para uma vida mais leve.
Se você é favorável, comente esse post.
Sua opinião é muito importante.

terça-feira, 7 de março de 2017

Sal rosa do Himalaia: conheça e use


Neste post comentei que uso o sal rosa do Himalaia


Comentei que uso o sal rosa do Himalaia neste post, então compartilho com vocês matéria do blog Paraíso das Barangas:

A palavra sal está vinculada a estigmas negativos, mas nem tudo sobre isso está correto. Mesmo com artigos dizendo que sal é ruim, ele é importante para a manutenção do metabolismo e equilíbrio dos sistemas de defesa do organismo, além de outras funções.

Segundo o Dr. Jaime Garcia Dias, "o problema não está em si no sal, no cloreto de sódio, mas sim no refinamento que ele sofre até chegar branquinho em nossos pratos. Ele pode fazer mal se a dosagem diária for excessiva. Como o sal pode ser encontrado na maioria das comidas industrializadas, esses níveis não podem ser controlados".

Em busca de uma alimentação mais saudável e um controle da taxa de sal consumida durante as refeições, uma boa opção é o Sal Rosa do Himalaia. Considerado o sal mais puro que existe, ele está livre dos produtos de refino, poluentes e mantêm as substancias naturais e boas para a saúde. Ele não passa por processo químico como o sal convencional.  É considerado o mais puro, pois não é contaminado por agentes externos como a poluição. 



Uma das vantagens de usar o sal rosa do Himalaia é justamente a quantidade de sódio a ser ingerida por porção. Como é mais granulado do que o refinado, a quantidade a ser usada é menor. Sua textura e coloração acrescentam um sabor rico e um visual novo ao prato.

Os benefícios vão além de sua pureza. Ele possui 84 minerais importantes para o bom funcionamento do corpo, um dos principais é o magnésio, mas também é encontrado potássio, sulfato de cálcio e, é claro, cloreto de sódio. Por causa desses minerais é que o Sal do Himalaia tem a coloração rosada. Segundo Jaime, ele ainda ajuda em diversos fatores biológicos como:

- Saúde vascular;
- Redução dos sinais de envelhecimento;
- Redução da pressão arterial;
- Função respiratória, mantendo os pulmões saudáveis;
- Promovendo um sono melhor;
- Prevenção de cãibras musculares;
- Melhora da circulação;
- Desintoxicação do corpo por metais pesados;
- Regularização do teor de água no corpo;
- Promoção de um equilíbrio saudável do pH nas células do corpo;
- Fortalecimento dos ossos;
- Aumento da libido.

"Em relação aos principais sais vendidos no mercado que são o sal marinho e convencional, o Sal Rosa dispara em benefícios à saúde e na dieta. Sua escolha é a mais apropriada para quem pretende mudar hábitos e eliminar os elementos químicos do refino do sal convencional ou a poluição que pode ser encontrada no sal marinho", complementa Jaime.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Pão integral super fácil e gostoso!

Encontrei essa receita e resolvi testar:


Fiz algumas alterações, e o resultado fica ótimo!

INGREDIENTES
2 copos (200 ml) de farinha de trigo integral
1 copo (200 ml) de água morna
1 pitada de sal
Meia colher (sopa) de açúcar (uso o mascavo)
50 ml de azeite ou óleo
1 colher (sopa) cheia de fermento biológico seco para pão
1 colher (sopa) de linhaça

MODO DE PREPARO
Coloque numa tigela ou bacia todos os ingredientes secos. Misture bem. Adicione o óleo e a água. Mexer bem. A massa fica bem grudenta e mole, é normal.


Coloque numa forma untada, deixe descansar por 20 minutos (espere a massa crescer, depende da temperatura do local, pode demorar mais). Asse em forno pré aquecido a 200º por 30 minutos ou até ficar com a superfície dourada.


Fica pequeno e delicioso!

Optei por não usar liquidificador e diminuir o sal. Normalmente faço 2 receitas por vez, e dá para assar numa forma de pão normal. Neste caso, só não duplico o fermento, senão o pão fica muito quebradiço.
Espero que gostem!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Ômega 3 e os benefícios para a saúde

Os ácidos graxos podem ser classificados em três tipos: saturado, monoinsaturado e poli-insaturado. O ômega 3 é uma gordura poli-insaturada. Ele representa uma família de ácidos graxos e os tipos mais frequentes e melhores para a saúde são: ácido alfa-linolênico, ácido eicosapentaenoico (EPA) e o ácido docosahexaenoico (DHA). Entre os benefícios mais reconhecidos do ômega 3 está a proteção da saúde cardiovascular e cerebral. 
O EPA e o DHA são encontrados nos animais marinhos, especialmente os peixes, enquanto o ácido alfa-linoleico é de origem vegetal e pode ser convertido em DHA ou em EPA, é o caso da chia e da linhaça. Contudo, somente uma pequena parcela deste ácido vindo das plantas pode se transformar no organismo, por isso o consumo dos outros ácidos graxos também é muito importante. 
Esses ácidos graxos são chamados de essenciais, afinal, o organismo não consegue produzi-los. Quando são ingeridos, essas gorduras possuem como função mais nobre serem as responsáveis pela elaboração da camada lipídica em torno da célula. Quando as membranas celulares estão repletas destes ácidos as funções das células ocorrem de forma muito melhor.
Outros pontos muito importantes nos quais esses lipídeos agem são na formação da bainha de mielina, um componente dos neurônios, e no recobrimento da retina ocular, parte dos olhos que tem o papel principal de transformar o estímulo luminoso em estímulo elétrico para o cérebro poder realizar o processo de enxergar. 

Os benefícios do ômega 3

Bom para o coração: O ômega 3 age de duas maneiras para proporcionar benefícios ao sistema cardiovascular. O EPA diminui as atividades das plaquetas sanguíneas, evitando coágulos de sangue, que podem levar a um derrame ou infarto, e também reduzem os níveis de triglicerídeos, outro tipo de gordura que é ruim para o organismo quando está elevada. Já o DHA ajuda a evitar arritmias cardíacas, estabilizando a atividade elétrica no coração. 
O consumo desse ômega não assume apenas efeitos preventivos. No Centro de Pesquisas Médicas de Cardiff, no País de Gales, o cardiologista Michael Burr constatou que vítimas de ataques cardíacos aumentaram as chances de evitar novos problemas em 29%, passando a comer peixe ricos nessa gordura pelo menos duas vezes por semana. 
Um estudo realizado no Centro para a Programação Fetal, no Statens Serum Institut de Copenhagen na Dinamarca, e publicado na revista da Associação Americana do Coração demonstrou que o risco de mulheres em idade reprodutiva terem distúrbios cardiovasculares é muito menor em quem consome peixes ricos em ômega 3 do que naquelas que não comem este alimento. 
Esta pesquisa envolveu 49 mil mulheres com idade média de 30 anos durante oito anos e concluiu que mulheres que raramente ou nunca ingeriam pescados demonstraram 50% mais problemas cardiovasculares do que aquelas que sempre consumiam o alimento e 90% a mais em relação às mulheres que comiam peixes ricos em ômega 3 semanalmente. 
Outra pesquisa feita pelo Physician's Health Study dos Estados Unidos com 22 mil homens concluiu que aqueles com maiores níveis de ômega-3 no sangue tinham menor risco de morte súbita. Além disso, o estudo observou que pessoas idosas que consomem uma porção de peixe rico em ômega 3 por semana têm 44% menos chances de sofrer um infarto. 
Diminui o colesterol: Esses ácidos graxos modificam a composição química do sangue, provocando o aumento dos níveis do HDL (colesterol bom) e a diminuição dos níveis de LDL (colesterol ruim). Quando está em excesso, há o risco dele se depositar nas artérias e provocar o seu entupimento levando a doenças cardiovasculares, como infarto e hipertensão e derrame cerebral. Ele também consegue reduzir os níveis de triglicerídeos do sangue.  
Regula a pressão arterial: O ômega 3 é capaz de evitar a formação das placas de gordura na parede das artérias e garantir a flexibilidade das veias e artérias, afastando o risco de doenças como hipertensão, aterosclerose, infarto e derrames. 
Um estudo realizado pela Harvard School of Public Health dos Estados Unidos observou que a pressão arterial elevada é a responsável por 31% do aumento do risco de doenças cardíacas e 65% do risco de derrame. 
Bom para a visão: Este ácido graxo é essencial para a visão porque participa do recobrimento da retina. Esta parte dos olhos tem o papel principal de transformar o estímulo luminoso em estímulo elétrico para o cérebro ser capaz de realizar o processo de enxergar. 
A degeneração da mácula, parte da retina responsável pela percepção de detalhes, é prevenida graça ao consumo de ômega 3. Estudos publicados na revista especializada Ophtalmology, da Universidade Tufts de Boston nos Estados Unidos, mostraram que o índice de degeneração macular é mais baixo entre pessoas que consomem peixes, alimento rico em ômega 3, e demonstrou que este ácido graxo pode afetar o desenvolvimento ou a progressão da degeneração macular. 
Cerca de 3 mil voluntários da pesquisa que consumiam uma ou mais porções de peixes ricos em ômega 3 por semana mostraram uma probabilidade 60% inferior de apresentar a degeneração da mácula em estágio avançado.  
Bom para o cérebro: O ômega 3 age na formação da bainha de mielina, um componente dos neurônios. Assim, ocorre a melhora do desempenho cognitivo, da atividade cerebral e comunicação entre as células do cérebro. O ácido graxo também conta com efeito vasodilatador e por isso ocorre o aumento do aporte de oxigênio e nutrientes. 
Uma pesquisa realizada pela Northumbria University, do Reino Unido, observou que o consumo de peixe, alimento rico em ômega 3, semanalmente melhora a circulação cerebral e diminui os riscos de demência ao envelhecer. 
Outras pesquisas apontaram a melhora do desenvolvimento escolar em crianças e adolescentes. Elas também observaram a diminuição do risco de doenças de Alzheimer e cansaço mental e a redução da ansiedade e da insônia após o consumo de alimentos ricos em ômega 3. 
Combate a depressão: Pessoas portadoras de depressão possuem níveis baixos de ômega 3 o que pode ocasionar a diminuição do número de funções de neurotransmissores e receptores. A ingestão de ômega melhora a fluidez das membranas que encapam as células nervosas e aumentam a produção de diversos neurotransmissores como serotonina, dopamina e noradrenalina, melhorando assim o humor e o bem-estar. 
Alivia os sintomas da artrite reumatoide: O consumo do ômega 3 contribui para o alívio dos sintomas desta doença porque ele possui ação anti-inflamatória. Este ácido graxo funciona como um bloqueador ou interceptador de uma enzima que produz o processo inflamatório. 
É importante ressaltar que o lipídeo irá ajudar no tratamento do problema associado a outros medicamento. Por sua ação anti-inflamatória, o ômega 3 é interessante para outras doenças autoimunes de cunho inflamatório. 
Ômega 3 e diabetes: Uma pesquisa realizada pela Universidade de Valência, na Espanha, analisou o consumo de carne e peixe em 945 pessoas entre 55 e 80 anos com alto risco cardiovascular e descobriu que o consumo de peixe, que é rico em ômega 3, está associado a menor incidência de diabetes tipo 2 e a diminuição da concentração de glicose, enquanto o consumo de carne vermelha está relacionado à obesidade. 
Os estudiosos acreditam que isto ocorre porque o aumento do ácido graxo nas células dos músculos esqueléticos melhora a sensibilidade à insulina. 
Outro estudo publicado pela Universidade de Harvard notou que o ômega 3 previne o diabetes tipo 2. Este lipídeo aumenta os níveis de um hormônio chamado adiponectina que é benéfico em processos que afetam o metabolismo, como a regulação do açúcar no sangue e processos inflamatórios. 
Ômega 3 e a obesidade: O ômega 3 é interessante para combater a obesidade devido à sua ação anti-inflamatória. Afinal, a obesidade é um processo inflamatório e age de maneira a interferir na forma como o cérebro percebe a presença de comida no corpo. O organismo também utiliza o ômega-3 para produzir prostaglandinas, substâncias químicas que têm participação em muitos processos, inclusive no combate às inflamações dos vasos sanguíneos. 
Em indivíduos obesos a gordura saturada acaba tomando parte do lugar do ômega 3 no cérebro e no organismo como um todo. Quando isso ocorre a região do cérebro chamada hipotálamo que controla a fome e o gasto energético fica inflamada e deixa de realizar suas funções tão bem. Quando a pessoa volta a consumir o ômega 3 esta parte do cérebro volta a funcionar corretamente. 
Além disso, o ômega 3 consegue modular a expressão de neurotransmissores que controlam a fome e reduz a presença de proteínas responsáveis por aumentar o apetite. Em um estudo preliminar realizado com ratos, o nutricionista e pesquisador da Universidade Estadual de Campinas Dennys Cintra observou estes benefícios do ômega 3 em relação à obesidade. 

Ômega 3 e gravidez

O ômega 3 também pode ser benéfico para as grávidas. Um estudo realizado pelo Centro Médico da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, revelou que o ácido graxo ajuda as mulheres a terem bebês mais fortes e a reduzir a incidência de partos prematuros. Além disso, outras pesquisas apontam que o consumo do ômega 3 no último trimestre de gestação e nos primeiros meses de aleitamento aumenta o QI dos bebês


A orientação para as gestantes é ingerir o ômega 3 por meio da alimentação. Comer peixes de água fria, como o salmão e a sardinha, duas ou três vezes na semana e incluir oleaginosas, como a nozes, nos lanches entre as principais refeições são ótimas opções.
A suplementação com o ácido graxo só é orientada caso a grávida não possa ingerir os alimentos ricos no nutriente. Contudo, é preciso muito cuidado e orientação de um profissional da área de saúde ao ingerir estes suplementos. Um estudo em fase inicial realizado com ratos por estudiosos da Medical College of Georgia, dos Estados Unidos, e do Agharkar Research Institute, da Índia, observou que fetos e filhotes eram sensíveis ao excesso de ômega 3 e que isto afetou de maneira negativa o desenvolvimento do cérebro dos animais. 

O quanto consumir de ômega 3

Os alimentos que possuem a maior quantidade de ômega 3, DHA e EPA, são os peixes de águas frias. Isto porque como eles vivem em um ambiente frio tem a tendência de acumular mais gorduras monoinsaturadas e poli-insaturadas, especialmente o ômega 3.  
Confira as espécies que possuem as melhores quantidades do ácido graxo e veja qual é a porcentagem do valor diário e a quantidade que a porção de 100 gramas de peixe carrega de ômega 3. 
Confira as espécies que possuem as melhores quantidades do ácido graxo e veja qual é a porcentagem do valor diário e a quantidade que a porção de 100 gramas de peixe carrega de ômega 3. 
Peixes
Quantidade de ômega 3
Porcentagem do valor diário de ômega 3
Arenque
1,2 a 3,1 gramas
215%
Sardinha
1,5 a 2,5 gramas
275%
Salmão
1 a 1,4 gramas
120%
Atum
0,5 a 1,6 gramas
90%
Bacalhau
0,2 a 0,3 gramas
25%
Linguado
0,2 a 0,3 gramas
25%
Pescadinha
0,2 a 0,3 gramas
25%
Fontes: The Nutrition Source, Fats and Cholesterol: out with the bad in with the good, Harvard School of Public Health; Suárez-Mahecha H, Francisco A, Beirão LH, Block JM, Saccol A, Pardo-Carrasco S. Curtis-Prior, P. The eicosanoids. West Sussex: Wiley, 655 p; Frazen-Castle LD, Ritter-Gooder P; Omega-3 and omega-6 fatty acids, University of Nebraska-Lincoln Extension, Insitute of Agriculture and Natural Resources Schmidt EB, Dyerberg, J, Omega-3 fatty acids. Current status in cardiovascular medicine. Drugs 47:405-24 e Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). 
Os óleos de soja e canola, noz e as sementes de chia e linhaça são ricas em ômega 3, no caso o ácido alfa-linolênico. A quantidade diária recomendada de linhaça, 10 gramas, possui 0,54 gramas do ácido graxo. A chia também conta com boas quantidade de ômega 3. 
É importante lembrar que apenas uma pequena quantidade de ácido alfa-linolênico se transforma em DHA ou EPA, portanto é importante consumir também o peixe para se ter boas quantidades de ômega 3. 

Suplementos de ômega 3

Os suplementos de ômega 3 devem ser consumidos somente após a orientação médica e são orientado caso a pessoa não consiga adquirir o ácido graxo por meio da alimentação, com a ingestão de peixes, linhaça ou chia.  
É preciso ficar atento a fraude de cápsulas, pois atualmente muitas delas não contém o ômega 3. Uma maneira de garantir isso é consumir o óleo de fígado de bacalhau, ele normalmente é evitado devido ao seu gosto considerado desagradável, mas é exatamente isso que irá garantir que ele é rico no ácido graxo.  

Contraindicações do suplemento

O suplemento é contraindicado para pessoas com problemas de coagulação, como os portadores de hemofilia, pois há o risco de hemorragia já que o ácido graxo evita coagulações. 
Pessoas com próteses cardíacas também devem evitar o consumo. Quanto a gestantes, a suplementação pode ser feita, desde que com as doses corretas, pois o excesso do ômega 3 pode causar problemas no feto. 

Riscos do consumo em excesso de ômega 3

O excesso de ômega 3 no organismo pode causar uma série de problemas. Apesar de ser um potente anti-inflamatório, o ômega 3 em grandes quantidades pode favorecer um processo pró-inflamatório que chega a induzir a resistência à insulina, causar hemorragia e em casos de pessoas com obesidade, o quadro pode piorar. 
Além disso, o ácido graxo em grandes quantidades pode induzir a esclerose lateral amiotrófica, doença das células nervosas do cérebro e da medula espinhal que controlam o movimento voluntário dos músculos. Assim, as pessoas com a doença têm perda gradual de força e coordenação muscular que finalmente piora e impossibilita a realização de tarefas rotineiras como subir escadas, levantar-se ou engolir. Em gestantes, alguns estudos demonstraram que o excesso do ômega 3 pode levar a uma resposta neurológica anormal do feto. 

Combinando o ômega 3

Ômega 3 + antioxidantes: Combinar alimentos ricos em ômega 3, como os peixes, com comidas ou bebidas com forte ação antioxidante é uma boa ideia. Isto porque estes ácidos graxos oxidam com muita facilidade, perdendo suas propriedades. A chia, os óleos de soja e canola e a noz além de possuírem o ômega 3, também contam com antioxidantes.  

Nutrientes similares ao ômega 3

Não há nutrientes similares ao ômega 3, porém há outro ácido graxo poli-insaturado que também é muito importante para o organismo. Trata-se do ômega 6 que assim como o ômega 3 é um importante componente de membranas celulares.  
Além disso, o ômega 6 auxilia na cicatrização, evita queda de imunidade, atenua queda de cabelo e até aumenta a queima de gordura corporal. Porém, em excesso esta substância pode aumentar os processos inflamatórios. 
Para evitar este problema é importante que haja um equilíbrio no consumo de ômega 6 e o ômega 3. Infelizmente, como o ômega 6 pode ser encontrado facilmente na alimentação, ele está presente em carnes, ovos e leite, e o 3 não, as pessoas tem dificuldade em balancear o consumo dos dois ômegas.  
O ômega 9 é uma gordura monoinsaturada que está presente no azeite de oliva extravirgem, azeitonas, abacate, gergelim e em algumas oleaginosas. Ele possui uma ação anti-inflamatória tão forte quanto o ômega 3. 

Equilíbrio entre o ômega 3 e 6

A preocupação atual vem sendo em relação à proporção do consumo entre as gorduras ômega 6 e ômega 3, pois o equilíbrio entre esses dois tipos de "gorduras" confere um efeito metabólico protetor ao organismo. O consumo exagerado de ômega 6 comparado ao ômega 3 é visto como fato extremamente prejudicial à saúde do homem, principalmente porque mantém relação com o surgimento de doenças cardíacas e câncer. Na alimentação moderna há o grande aumento de alimentos industrializados - óleos refinados, baixo consumo de alimentos de origem vegetal e pescados e frutos do mar.  
Infelizmente, como o ômega 6 pode ser encontrado mais facilmente na alimentação, ele está presente em carnes, ovos e leite, do que o 3, as pessoas tem dificuldade em balancear o consumo dos dois ômegas.  
Os valores sugeridos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para um bom equilíbrio entre as quantidades de ômega 6 e ômega 3 na alimentação é a razão de (5:1). Isto porque o ômega 3 é mais facilmente metabolizado pelo organismo do que o ômega 6. Então, se eles fossem consumidos na mesma quantidade o corpo priorizaria o ômega 3 e não iria ingerir os valores necessários do 6. Proporções acima desta recomendação, com mais ômega 6, não é interessante, pois o excesso deste ácido tem caráter pró-inflamatório.  
Para conseguir cumprir esses valores, os pesquisadores Simopoulos & Robinson publicaram em 1999 condutas que podem ser encontradas no Guia Dietético para Dieta do Ômega em Sete Etapas. Entretanto, devem estar associadas a uma alimentação bem planejada.  
1.Escolher alimentos ricos em acido graxo ômega 3, como peixes gordurosos (salmão, atum, truta arenque e cavala), nozes, óleo de canola, linhaça e vegetais verdes;
2.Usar óleos monoinsaturados, como azeite de oliva e óleo de canola;
3.Comer sete ou mais porções de frutas e vegetais por dia;
4.Coma mais proteínas vegetais, incluindo ervilhas, feijões e nozes;
5.Evitar carnes gordas e produtos lácteos com alto teor de gordura devido a presença de gordura saturada;
6.Evitar óleos ricos em ômega 6, como: milho, cártamo, girassol, soja e óleos de algodão;
7.Reduza a ingestão de gordura trans, "trocando" os seguintes produtos: margarina, gordura vegetal, preparações de pastelaria, frituras, snacks e alimentos processados.  

Como preservar o nutriente

Ao consumir o peixe é importante que ele seja refogado, grelhado ou assado. Fritar este alimento não é interessante, pois diminui drasticamente a quantidade de ômega 3. Quanto aos óleos de canola e soja a orientação é aquecê-los até 170 graus, mais do que isso o ácido graxo se perde. 
Um método caseiro para saber se o óleo alcançou a temperatura ideal é colocar um pedaço de pão no líquido. Se o alimento afundar significa que o óleo está frio, se boiar completamente quer dizer que está muito quente, acima de 180 graus, e se ficar no meio a temperatura é a ideal, cerca de 170 graus. 
Para obter o ômega 3 das sementes de linhaça e chia é preciso triturá-las, pois o ácido graxo está dentro de uma capa de celulose. Porém, ao quebrar essa capa, um óleo muito sensível é exposto. Então, a orientação é triturar toda a quantidade do saquinho com uma das sementes, colocar o pó em uma vasilha de plástico fosca com tampa e armazená-la no freezer. Assim, o alimento fica protegido da luz, do oxigênio e da temperatura, evitando que ocorra a oxidação. Este procedimento é muito importante, se não for feito e a gordura do alimento triturado oxidar, isto pode ser muito prejudicial para a saúde. 

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